terça-feira, 19 de outubro de 2010

Faminta

Uma flor de amor caiu em meu peito, sinto-me mais forte, mas ela não ficou de vez.

Quero-a de novo, mais e mais, me abençoando em surpresa, presa da minha alma, expandir do meu ser, do meu corpo, de minha inteligência e prazer.

Poucos tocaram a superfície que se torna ouro. Poucos tocaram o já então intocável, que só o néctar da vida da alma pode conceber e acolher, frutificá-lo.

Já uma pequena aprendiz, por sua vez, está viva. Viva numa intensa cédula de necrotério no meu coração e apodrecendo em minha mente. Ó, santuário, objeto de meu desejo, te quero logo, te quero (faminta como és), brilhante e aprendendo ainda, mais e mais, como o fruto da esperança, que sempre multiplica graça em seus eleitos, daqui pra frente, daqui pra sempre, minha.

6 comentários:

JulieC. disse...

Gosto de ler poesias, não gosto de fazer, não tenho criatividade, mas eu adoro ler e ver a criatividade das outras pessoas.
Adorei seu blog, verei os outros post's.
Beijinhos!

http://complicandooquejatacomplicado.blogspot.com/

Clube do Filme disse...

Ficou muito bem escrito.. Parabens pelo blog.. está ótimo!!..

Érico disse...

Bonita poesia ou pensamento nào sei pq isso não é mt a minha praia. Mais ta bem legal, parabéns :)

Everything Inside Me disse...

Não sou nem um pouco criativa, mas gosto de quem é.
Adorei o que escreveu!
:)

Fabiano disse...

eu tb não tenho essa capacidade de escrever poemas. fico impressionado com quem tem essa qualidade. parabéns.

Ricardo Corrêa de Deus disse...

Que essa sede ou fome continue sempre viva dentro de você... Muito bom!

http://ricardocdd.blogspot.com/