quarta-feira, 9 de junho de 2010

um frescor de suavidade
atinge o ser do transeunte
ele pára e até se deixa participar
da leveza, bem executada

mas não pode ficar sem as profundezas
do som estupidamente puro
e pesado
em balanças etéreas

nem sem a rapidez e a brutalidade
da violência
e da inteligência

tudo isso vem por músicas
pela arte
pela morte
pela sorte
pelo ser que se deixa participar de todas elas

3 comentários:

Karla Hack disse...

Não sei bem o que pensar nos seus versos...
Mas adorei a sensação que me causam!
Encanta!

Hysteria Project disse...

não entendi muito...
o texto tá bem escrito e bem estruturado...
mas to me achando meio lerdo, nao entendi direito...

Macaco Pipi disse...

AEHAEHAEH
BEM LOUCOS
EAHAEHAE
ADORO!